Category Archives: Vídeos

Café com Leite

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[Café com Leite, Daniel Ribeiro, 2007]

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Eu Não Quero Voltar Sozinho

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[Eu Não Quero Voltar Sozinho, Daniel Ribeiro, 2010]

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Dez incríveis curtas de animação que ganharam o Oscar para ver online

Desde 1932, o Oscar tem uma categoria para os curta-metragens de animação. Durante um bom tempo, os vencedores eram filmes destinados ao público infantil, financiados pelos grandes estúdios. A Disney, por exemplo, ganhou os oito primeiros prêmios, para depois alternar vitórias com a Metro e a Warner. Mas depois de algumas décadas, esta categoria começou a se tornar um reduto para filmes mais arriscados, que geralmente ganhavam certificado de qualidade em festivais de animação como o de Annecy, abrindo espaço para experimentações formais e estéticas, como nos lindíssimos O Homem que Plantava Árvores e O Velho e o Mar. Por sorte, muitos dos curtas que ganharam o Oscar estão disponíveis online. Aqui tem uma seleção com dez filmes excelentes. Eles não têm legendas, mas a maioria é só música e imagem. O único que realmente tem um texto – por sinal, com uma narração maravilhosa de Mel Brooks, é o primeiro, O Crítico. E vale muito testar o inglês para ver a ironia desta belezinha. A não-inclusão de filmes da Disney e da Pixar aqui é proposital, para fugir do mais óbvio.

O Crítico
[The Critic, Ernest Pintoff, 1963]

A Mosca
[A Légy, Ferenc Rófusz, 1980]

Tango
[Tango, Zbigniew Rybczyński, 1982]

O Homem Que Plantava Árvores
[L'homme qui Plantait des Arbres, Frédéric Back, 1987]

Balance
[Balance, Wolfgang & Christoph Lauenstein, 1989]

Mona Lisa Descendo uma Escada
[Mona Lisa Descending a Staircase, Joan C. Gratz, 1992]

O Velho e o Mar
[The Old Man and the Sea, Aleksandr Petrov, 1999]

Pai e Filha
[Father and Daughter, Michaël Dudok de Wit, 2000]

A Casa em Pequenos Cubos
[La Maison en Petits Cubes, Kunio Katō, 2008]

A Coisa Perdida
[The Lost Thing, Shaun Tan & Andrew Ruhemann, 2010]

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Trailer: Batman vs Superman – O Alvorecer da Justiça

O trailer de Batman vs Superman – O Alvorecer da Justiça oferece um filme mais interessante do que aquela massaroca que reintroduz o Homem de Aço no cinema. Continuo achando que esse não é um trabalho para Zack Snyder. Continuo achando estranho um Batman tão mais velho do que um Superman, embora não me incomode mesmo que seja o Ben Affleck. Continuo achando estranho Jesse Eisenberg ser o rival de Henry Cavill. Continuo achando que existiam umas mil opções melhores do que a Gal Gadot para fazer a Maravilha, mas, enfim, como decenauta de nascença, sempre espero o melhor. Espero que esse universo da DC no cinema seja minimamente aceitável. Dito isso, acho que tem boas coisas no trailer. Gostei das cenas do Affleck (lembrando que sempre considerei o Christian Bale equivocado no papel e nunca fui muito fã dos filmes do Christopher Nolan) e acho que esta coisa de rechaçar o alien pode funcionar. Torcendo. Vamos ver no que é que dá.

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Top 40: os melhores filmes gays de todos os tempos

Somente nas duas últimas décadas, o largo espectro de temas homossexuais conseguiu encontrar um variado e substancioso conjunto de representações no cinema. Gays, lésbicas, bissexuais, drag queens, travestis, entre outros, podem ser encontrados, hoje, em larga escala, em filmes que ultrapassaram o gueto do cinema de classe e que assumem tanto as estruturas de gêneros clássicos, como dramas, comédias e filmes de suspense e de terror, como trazem a orientação sexual para um campo de normalidade que permite se ater a detalhes antes soterrados porque a questão maior já era a ousadia do tema em si.

Embora o cinema gay tenha conseguido renegociar sua posição na produção de filmes, ao longo desses 120 anos de cinema, houve muitos projetos que foram pioneiros em explorar as questões ligadas ao comportamento e ao universo homossexual. Há críticos que insistem que um dos primeiros filmes, o curta-metragem The Dickson Experimental Sound Film, de William Dickson, um filme sonoro realizado mais de 30 anos antes do som chegar de fato ao cinema, teria personagens com um comportamento nitidamente homossexual. No filme, que você pode assistir abaixo, dois homens dançam ao som de um instrumento musical.

Há bastante controvérsia. Alguns estudiosos dizem que o registro da dança entre dois homens teria chocado plateias, enquanto outros afirmam que aquele comportamento seria comum entre homens na época. A época é, no caso, 1895, o ano da “invenção do cinema”. Forçação de barra ou não, outros exemplos de possíveis manifestações homossexuais no cinema podem ser conferidos – e geram polêmica – nos anos seguintes. Em 1907, Georges Méliès dirigiu O Eclipse: Ou a Corte do Sol à Lua, em que um astro-rei viril seduz uma lua efeminada. Alguns estudos dizem que sol e lua seriam do gênero masculino e que o momento do eclipe seria, de fato, uma relação homossexual. A primeira do cinema.

Nos anos seguintes, as comédias flertaram com os temas gays. Algie, The Miner, de Alice Guy-Blaché, mostra um homem efeminado que precisa se livrar do estigma de que “beija cowboys” para conseguir namorar a filha de um ricaço. Charles Chaplin usou roupas femininas em A Mulher e seduziu vários homens. E em A Florida Enchantment, de Sidney Drew, uma mulher engole uma semente mágica que a transforma em homem e seu noivo faz o mesmo e vira um homem “afetado”. Todos estes filmes são da primeira metade da década de 1910 e todos têm um quê de brincadeira. Mas pouco depois disso começaram na Europa as primeiras tentativas de se fazer filmes “sérios” sobre o assunto.

Na Suécia, Mauritz Stiller adaptou o romance Mikaël, de Herman Bang, sobre a relação entre um pintor aclamado e seu pupilo, abalada pela chegada de uma condessa que seduz o jovem, em The Wings, de 1916. O dinamarquês Carl Theodore Dreyer refilmou o livro em 1924 usando o título original, Mikaël. Pela primeira vez, se a história não engoliu algum pioneiro, temos personagens gays representados no cinema. Em 1919, numa Alemanha onde a Constituição considerava a prática homoafetiva como crime, Richard Oswald se une ao físico e sexólogo Magnus Hirschfeld para rodar Diferente dos Outros, que também conta a história de um artista, um músico, e um homem mais jovem. A chantagem contra os homossexuais, algo que era comum no país na época, é um dos temas centrais do filme.

Nas décadas seguintes, censurados ou não, usando subtextos ou sendo mais explícitos, muitos diretores, alguns bastante conceituados, no auge de suas carreiras e heterossexuais, resolveram contar histórias de homoafetividade. De simples romances ao retrato de comportamento de guetos, de cidadãos “comuns” a estereótipos, muitos deles foram bastante felizes em dar sua contribuição para o gênero no cinema. A lista que você acompanha a partir de agora abre uma série de Top 40s que eu devo publicar até o fim de 2014, quando eu completo 40 anos, que vão tentar vasculhar os mais variados aspectos do cinema, juntando meus filmes preferidos e aqueles que escreveram a história da sétima arte.

Basta clicar no link abaixo para acessar minha lista com os 40 melhores filmes com temática homossexual de todos os tempos.

Aqui tem a versão da lista com 100 títulos, mas sem comentários.

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A Gangue

A Gangue

Se ficarmos no clichê, A Gangue é uma monumental “experiência sensorial”. Afinal, qual foi a última vez que fizeram um filme de 132 minutos completamente “falado” em língua de sinais? A proposta parece assustadora, mas é exatamente disso que se trata o projeto: derrubar pré-conceitos. Nas primeiras imagens, o letreiro informa que o filme não trará legenda alguma para traduzir os gestos que os personagens do longa, principalmente garotos e garotas que moram numa espécie de internato para jovens surdos, fazem para se comunicar.

Ao espectador comum, é oferecida a experiência de ver o filme em condições semelhantes às que um deficiente auditivo assiste a um longa “normal”. Mas o que poderia se transformar num experimento típico de festival de cinema se revela um filme poderoso sobre jovens que raramente encontram “voz” numa Ucrânia dominada, nos mais variados níveis, pela corrupção.

O cineasta, que deve ser um fiel espectador dos filmes da vizinha Romênia, pega emprestado em seu primeiro longa-metragem, a maneira documental de contar uma história de ficção e cria um conceito estético que dá um ritmo surpreendente ao longa: cada cena é um plano-sequência comprido, mas cheio de movimento, geralmente com vários personagens interagindo. A fórmula funciona para capturar a atenção de quem assiste e ajuda a decodificar a linguagem de A Gangue.

É impossível decifrar cada diálogo, mas a história envolvente é desenhada sem grandes traumas. O sexo e a violência, que geraram bastante polêmica aparecem naturalmente na trama, completamente costurados ao desenrolar da ação. Mais do que a “experiência sensorial” que o filme vende, A Gangue é a prova de que o cinema ainda continua a driblar os limites da linguagem.

A Gangue EstrelinhaEstrelinhaEstrelinha½
[Plemya, Miroslav Slaboshpitsky, 2014]

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Trailer: Maggie

Maggie
[Maggie, Henry Hobson, 2015]

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Trailer: Vingadores: Era de Ultron

Vingadores: Era de Ultron
[Avengers: Age of Ultron, Joss Whedon, 2015]

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Oscar 2015: trailers de 11 filmes que têm chance de ser indicados

Estamos a pouco menos de seis meses do anúncio dos indicados ao Oscar, mas muito do que veremos na lista de melhores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos já está, se não definido, pelo menos insinuado. A bolsa de apostas de sites e blogues de cinema leva em conta os nomes dos diretores, o perfil e a estirpe das histórias, elenco, estúdios, datas.  Há pelos menos três filmes apontados como fortes pré-concorrentes à temporada de prêmios que ainda não têm trailer (Inherent Vice, de Paul Thomas Anderson, Men, Women and Children, de Jason Reitman, e The Theory of Everything, de James Marsh), mas boa parte dos principais candidatos já têm pelo menos teasers no YouTube mais próximo. Relacionei aqui os vídeos de todos eles. Como todos os anos, alguns filmes ainda devem aparecer do nada nos próximos meses, mas a linha geral do Oscar 2015 já começou a ser desenhada.

Birdman, Alejandro Gonzalez Iñarritú

Boyhood, Richard Linklater

Foxcatcher, Bennett Miller

Fury, David Ayer

Gone Girl, David Fincher

O Grande Hotel Budapeste, Wes Anderson

The Imitation Game, Morten Tyldum

Interstellar, Christopher Nolan

Mr. Turner, Mike Leigh

Unbroken, Angelina Jolie

Wild, Jean-Marc-Vallée

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Trailer: Guardiões da Galáxia

Guardiões da Galáxia
[Guardians of the Galaxy, James Gunn, 2014]

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