Monthly Archives: maio 2010

Top 11: os melhores personagens de Lost

Convoquei pelo Twitter a eleição dos melhores personagens de Lost. Valia desde os protagonistas até aqueles que participaram de apenas uma temporada. Os votos chegaram ao longo do dia de ontem por email ou por direct message (DM). E o resultado final foi esse aqui, começando por um empate:


mib men in black homem de preto titus welliver

10 Homem de preto
interpretado por Titus Welliver
(3 episódios, 2008-2010)
21 pontos, 3 votos

miles straume ken leung

10 Miles Straume
interpretado por Ken Leung
(45 episódios, 2008-2010)
21 pontos, 3 votos

mr. eko adewale akinnuoye-agbaje

9 Mr. Eko
interpretado por Adewale Akinnuoye-Agbaje
(25 episódios, 2005-2006)
23 pontos, 3 votos

daniel faraday jeremy davies

8 Daniel Faraday
interpretado por Jeremy Davies
(31 episódios, 2008-2010)
25 pontos, 4 votos

juliet burke elizabeth mitchell

7 Juliet Burke
interpretada por Elizabeth Mitchell
(56 episódios, 2006-2010)
28 pontos, 4 votos

Jack Shephard Matthew fox

6 Jack Shephard
interpretado por Matthew Fox
(114 episódios, 2004-2010)
73 pontos, 9 votos

james ford sawyer josh holloway

5 James Ford (Sawyer)
interpretado por Josh Holloway
(114 episódios, 2004-2010)
113 pontos, 16 votos

hurley hugo reyes jorge garcia

4 Hugo Reyes (Hurley)
interpretado por Jorge Garcia
(114 episódios, 2004-2010)
130 pontos, 16 votos

John Locke terry o'quinn

3 John Locke
interpretado por Terry O’Quinn
(114 episódios, 2004-2010)
153 pontos, 17 votos

desmond hume henry ian cusick

2 Desmond Hume
interpretado por Henry Ian Cusick
(71 episódios, 2005-2010)
159 pontos, 18 votos

benjamin linus henry ian cusick

1 Benjamin Linus
interpretado por Michael Emerson
(76 episódios, 2006-2010)
162 pontos, 19 votos

Metodologia: cada votante enviou uma lista com 5 nomes, na ordem. Foram atribuídos pontos para cada um, na ordem decrescente: 10 para o primeiro, 9 para o segundo, 8 para o terceiro, 7 para o quarto, 6 para o quinto. O número de pontos determinou a ordem. O número de votos foi usado como critério de desempate.

Vinte e quatro pessoas votaram.

Charlie Pace, Jin Kwon, Sun Kwon, Kate Austen, Sayid Jarrah, Michael Dawson, Richard Alpert, Danielle Rousseau, Jacob e Vincent também receberão pelo menos uma menção.

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Sex and the City 2

Casamento é um exercício de tolerância, mas também pode ser muito legal. É mais ou menos essa a “mensagem” que Sex and the City 2 passa ao longo de seus longos 146 minutos. É, o segundo spin off cinematográfico da série mais “mulherzinha” dos anos 90/2000 é um minuto maior do que a primeira incursão da turma de Carrie Bradshaw em tela grande. E como o primeiro, este também é um filme de “mensagem”, com o casamento, mais uma vez, está no centro da trama mais uma vez. Mais “mulherzinha”, impossível.

Mas seria reducionismo demais afirmar que (a série e) os filmes são apenas isso. Eles são isso e mais uma visão pop e sarcástica dos clichês do universo que celebra. O grande diferencial de Sex and the City sempre foi rir do que qualquer homem costuma classificar como futilidade sem depreciá-la. É a futilidade levada cabo, seja na moda, seja na vida, mas com consciência. Neste segundo filme, isto está claro desde o começo, quando as quatro amigas se reúnem para ir às compras. E com o casamento gay que acontece na sequência seguinte.

É lá que surgem algumas das melhores piadas do filme, com destaque para a particípação de Liza Minnelli: “como eles conseguiram a Liza?”, pergunta Carrie. Eis que Miranda responde: “toda vez que um lugar emana uma energia muito gay, ela dá um jeito de se materializar”. Futilidade + consciência, entendeu? Essa sequência ainda rende outro momento hilariante, o da “jude law”. Pena que a leveza dos primeiros momentos esbarre numa tentative de estabelecer uma trama dramática, que passa basicamente por como Carrie lida com o casamento. Aí, a tal consciência fica mais de lado para o lado “mulherzinha” a aflorar.

As coisas ficam chatas de verdade quando as protagonistas viajam para Abu Dhabi. Aí o colorido das roupas, comentado por Cris Massuyama no post abaixo, cresce à mesma medida que a exploração do exotismo da maneira mais reacionária possível. As primeiras cenas nos Emirados Árabes parecem vídeo institucional do megacomplexo hoteleiro onde as moças ficaram hospedadas e, fora uma cena ou outra, como a do karaokê, onde as quatro cantam “I Am Womam”, pouca coisa se salva. Nem a tentativa de transformar um beijo num problema intergalático.

Por sorte, existe a Samantha Jones de Kim Cattrall. Sua amoralidade, sobretudo em relação a sexo (embora o filme tente vulgarizar a personagem em vários momentos), é a coisa mais interessante desde que a série surgiu. Samantha vai de encontro ao filme, mais careta e conservador do que o primeiro longa. Talvez seja a prova de que qualquer um pode se divertir com 20 minutos semanais de futilidade, mas mais de duas horas de um mais do mesmo que não leva a lugar nenhum não são pra todo mundo. Ainda bem.

Sex and the City 2 EstrelinhaEstrelinha
[Sex and the City 2, Michael Patrick King, 2010]

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Sex and the City 2: o figurino

Carrie Bradshaw Sarah Jessica Parker
 

Sex and the City 2
 

Sex and the City 2
por Cris Massuyama

Incorporar os exageros das passarelas internacionais ao dia-a-dia é bem complicado – a não ser, claro, que você seja Carrie Bradshaw.

A personagem de Sarah Jessica Parker não decepciona os fashionistas em Sex and the City 2 : em clima de desfile, ela muda de figurino a cada cena, sempre com roupas glamurosas.

Logo no começo, uma avalanche de brilhos e cristais se espalham pelos letreiros que invadem a tela. Mas eis que Carrie surge minimalista, em um dos melhores trajes do longa: um vestido branco Halston Heritage, de corte simples e caimento perfeito para a magérrima Sarah Jessica. A aparição triunfal divide a cena com os hilários flashbacks dos anos 80 – com direito a Carrie no estilo Madonna e Samantha (Kim Cattrall) a la Debbie Harry.

Depois, a personagem principal e as outras três heroínas vão a uma festa de casamento na badalada Manhattan. O look mais interressante é novamente o de Carrie: alfaiataria com cabelos soltos e selvagens.

Ela é a musa fashion imbatível, mas o guarda-roupa da advogada Miranda (Cynthia Nixon) também se mostra eficiente: estampas elegantes, cores fortes e combinações perfeitas para tirar a caretice das roupas de trabalho.

Os looks urbanos dão espaço para vestidos coloridos e esvoaçantes quando o filme viaja para Abu Dhabi. O quarteto desfila muita cor e exagero pelas areias do Oriente Médio.

O longo Emilio Pucci que Carrie usa no cartaz principal do filme perde o glamour ao ser combinado com um terninho “boyfriend” marrom, no melhor estilo “roubei do guarda roupa do Mr. Big (nas filmagens de Law & Order)”.

Mas o figurino mais estranho talvez seja a combinação “high-low” de camisetinha Dior com saia de debutante roxa usada pra ir a… uma feira de rua. Usar grife estampada no peito é cafona! E, se não fosse Carrie Bradshaw, todo mundo ia falar que era uma “peça legítima” da 25 de março.

Mesmo assim, não se pode esquecer que é exatamente por causa dessas ousadias que a personagem se tornou um ícone: Carrie desfila pelas ruas de Nova York com os trajes mais criativos sem perder a confiança e a personalidade.

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Top 40: as melhores cenas de Lost

ATENÇÃO! A LISTA PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU LOST NA ÍNTEGRA!

Lost não entrou para a história das séries de TV apenas por sua temática original que mistura ficção-científica, religião e misticismo. A série conquistou seus fãs também por promover uma grande quantidade de momentos inesquecíveis ao longo de suas seis temporadas. A ideia inicial era listar as dez melhores cenas de Lost, segundo minha opinião, mas o número foi crescendo até chegar a estas quarenta. E olha que eu nem citei o urso polar.

Charlie

Juliet

Desmond

1 A morte de Charlie (s3×e22)
2 “Kate, nós temos que voltar!” (s3×e22)
3 Juliet cai no poço (s5×e17)
4 Desmond e Penny conversam ao telefone (s4×e05)
5 Jack acorda e descobre que o avião caiu (s1×e01)
6 O (re)nascimento de Aaron (s6xe17)
7 “Vocês têm um leite aí”? (s2×e16)
8 Michael atira em Ana Lucía e Libby (s2×e20)
9 Desmond não consegue digitar os números (s2×e23)
10 O encontro de Mr. Eko com o monstro de fumaça (s2×e10)

11 Locke é paraplégico (s1×e04)
12 Acaba a pilha do discman (s1×e17)
13 É Locke que está no caixão (s5×e17)
14 A morte de Shannon (s2×e06)
15 Hurley fala pra Jack que salvou todos com a Kombi (s3×e22)
16 Uma vila pacata entra em colapso com a queda do avião (s3×e01)
17 A morte de Alex Rousseau (s4×e09)
18 A luz da escotilha acende para Locke (s1×e19)
19 A morte de Daniel Faraday (s5×e14)
20 A queda da parte de trás do avião (s2×e07)

21 Desmond acorda na escotilha (s2×e01)
22 Ben gira a roda congelada e move a ilha (s4×e13)
23 Anthony Cooper empurra Locke do prédio (s3×e13)
24 A morte de Jin e Sun (s6×e14)
25 Walt é levado pelos Outros e a jangada explode (s1×e24)
26 A jangada parte com Jin, Sawyer, Michael e Walt (s1×e23)
27 Ben mata Locke enforcado (s5×e07)
28 A “morte” de Jin no cargueiro (s4×e13)
29 “Srta. Widmore, somos nós. Acho que achamos” (s2×e23)
30 Sayid atira no pequeno Ben (s5×e10)

31 Os Oceanic 6 reencontram as famílias (s4×e12)
32 Sawyer mata o verdadeiro Sawyer (s3×e19)
33 A transmissão da francesa tem 16 anos (s1×e02)
34 Locke encontra Christian e Claire na cabana (s4×e11)
35 Jin, Bernard e Sayid se reencontram o grupo (s2×e08)
36 Locke é arrastado pelo monstro (s1×e23)
37 Richard visita o pequeno Locke (s4×e11)
38 Desmond atropela Locke (s6×e12)
39 O “filho” de Kate é Aaron (s4×e04)
40 Sayid, Jin e Sun avistam o pé da estátua de quatro dedos (s2xe23)

P.S.: esta lista foi feita com a ajuda de muita gente que atendeu meus pedidos para citar cenas de Lost no Twitter. A montagem final da lista e sua ordem são de minha inteira responsabilidade. Certamente, deixei muita coisa de fora. Gostaria de saber das listas de vocês.

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Lost: a série a minha vida

Atenção! Este texto contém MUITOS SPOILERS para quem não viu o episódio final de Lost.

Todos nós, amantes da narrativa clássica com começo, meio e fim, adoramos explicações lógicas para tudo. Mas como fazer uma série de ficção-científica com implicações místico-religiosas parecer simples? Quando Lost surgiu em 2004 todo mundo ficou excitado simplesmente porque aquilo era completamente diferente das investigações criminais, ataques alienígenas e mulheres consumistas que dominavam nossa televisão. A série conquistou sua legião de fãs apenas por sua originalidade. Agora, a relação é diferente: todo mundo quer tudo explicadinho.

Pois bem, Lost explicou. E o finale, exibido ontem nos EUA e disseminado pela internet para o resto do planeta, é bastante coerente com todo o projeto. Ao longo de seis anos, a série sempre foi uma experiência com o fantástico. Na maioria das vezes, esbarrava em elementos kitsch, de gosto duvidoso e principalmente arriscados por chegar perto de colocar em cheque a credibilidade de tudo aquilo. Mas mesmo assim, os criadores nunca deixaram de curar doenças e deficiências, introduzir deuses e monstros… de fumaça. E principalmente fantasmas. Se teve uma coisa que nunca faltou em Lost foi um fantasminha.

Então, é estranho que uma possibilidade que sempre esteve nas mesas redondas sobre a série tenha sido mal recebida. Na minha opinião, qualquer que fosse o final de Lost seria mal recebido diante da gigantesca expectativa criada em torno dos mistérios da série. Mas, justamente a opção mais coerente? E, olha, uma opção nada fechada. Vamos pensar: todos estão mortos, sim, mas desde quando? Na conversa com o filho, Christian Shepard dá três pistas importantes: 1) tudo realmente aconteceu; 2) alguns dos amigos de Jack podem ter morrido muito depois dele; 3) aquela realidade foi construída por eles.

Para muita gente, a interpretação parece ter sido de que a ilha seria o Purgatório e que todos os passageiros do vôo Oceanic 815 estavam mortos desde o começo, mas não acho que seja tão simples assim. Os flashbacks que fazem os personagens lembrar dos eventos ocorridos na ilha mostram que eles lembram de coisas que só aconteceram neste último capítulo, o que indica que o que nós chamávamos de realidade paralela acontece, na verdade, depois de tudo o que se passou na ilha. E tudo o que se passou na ilha, como explicou o dr. Shepard pai, realmente aconteceu. Foi lá que Hurley conheceu Libby, que nasceu Aaron, que Locke voltou a andar, que Jack se interessou por Kate que se interessou por Sawyer que se interessou por Juliet que se interessou por Jack.

 

Esses laços são sedimentados, ou melhor, reverenciados no último episódio. E eu não falo apenas do amor óbvio entre o Superman Jack e a Mulher-Maravilha Kate, mas do respeito mútuo entre o Super e o Batman Sawyer, do belíssimo reencontro entre Charlie e Claire ou do coração gigante de Hurley, que escolhe Ben para ser seu braço direito. Praticamente todos os personagens da série foram de um extremo a outro ao longo destes seis anos. E essas mudanças de perfil (Jack de herói a drogado, Sawyer de vilão a líder, Ben de encarnação do demônio a encarnação do demônio generosa) vieram da convivência na ilha.

Os laços formados entre os personagens numa condição adversa determinou aquela realidade paralela. É bem brega, eu sei, mas extremamente coerente. À medida que foram morrendo, cada um foi sendo “guardado” ali, naquele espaço onde todos os eventos importantes que aconteceram na ilha foram “rearranjados”. Mas Lost, apesar de todos seus elementos metafísicos, na minha opinião, é muito mais sobre a organização do cubo mágico do que sobre o cubo em si. Os paralelismos, as viagens temporais, os deslocamentos no espaço e os fantasminhas camaradas me parecem uma tentativa do próprio universo de se rearrumar e se deixar lógico.

Jacob e seu irmão existiam. A ilha existia. Mas eram os personagens que faziam a engrenagem funcionar. Lost é muito sobre o mecanismo que move as possibilidades. E, como tal, nunca pode ser fechado. Tudo é mutável, tudo pode ter múltiplas interpretações. Apesar de vários tropeços e momentos de enchimento de linguiça ao longo destes anos todos, o projeto de Lost sempre me pareceu forte e corajoso pela complexidade dos temas que aborda. Se a série é sobre como tudo é possível e sobre como tudo se rearranja, um episódio final que nos deixa cheios de dúvidas encerra o projeto de uma maneira bem eficiente.

Só sei de uma coisa. E isso só cabe a mim, ninguém precisa concordar. Lost foi a série que mais me deixou apaixonado e irritado em toda a minha vida. É minha série favorita mesmo com tantos senões. Mas, como tudo pode mudar, talvez quando eu acordar eu ache que isso é tudo bobagem e reescreva este texto, talvez eu fuja de um urso polar, talvez eu volte pros anos 70 ou talvez eu pule numa caverna com um luz dourada assim meio Power Rangers só pra ver onde vai dar. No mundo de Lost, dá pra fazer tudo isso e mudar tudo depois.

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Top 20: mães do cinema

Carinhosas ou dominadoras, com proles grandes ou filhos únicos, experientes ou adolescentes. A lista que segue não tem a pretensão de elencar as maiores mães do cinema. A ideia aqui é celebrar, da maneira mais eclética possível, mães que marcaram época entre os filmes da minha vida.

Sigourney Weaver

20 Sigourney Weaver
como Ellen Ripley
em Aliens
Aliens, 1986

Ellen page

19 Ellen Page
como Juno MacGuff
em Juno
Juno, 2007

Shirley MacLaine Debra Winger

18 Shirley MacLaine
como Aurora Greenway
em Laços de Ternura
Terms of Endearment, 1983

Joan Crawford

17 Joan Crawford
como Mildred Pierce
em Almas em Suplício
Mildred Pierce, 1945

Emmanuelle Devos

16 Emmanuelle Devos
como Nora Cotterelle
em Reis e Rainha
Rois et Reine, 2004

Darlene Cates

15 Darlene Cates
como Bonnie Grape
em Gilbert Grape
What’s Eating Gilbert Grape?, 1993

Angela Lansbury

14 Angela Lansbury
como Mrs. Iselin
em Sob o Domínio do Mal
The Manchurian Candidate, 1962

Anne Ramsey

13 Anne Ramsey
como Mama Fratelli
em Os Goonies
The Goonies, 1985

Maggie Cheung

12 Maggie Cheung
como Emily Wang
em Clean
Clean, 2004

Frances McDormand

11 Frances McDormand
como Elaine Miller
em Quase Famosos
Almost Famous, 2000

Ingrid Bergman

10 Ingrid Bergman
como Charlotte Andergast
em Sonata de Outono
Höstsonaten, 1978

Anjelica Huston

9 Anjelica Huston
como Lilly Dillon
em Os Imorais
The Grifters, 1990

Lana Turner

8 Lana Turner
como Lora Meredith
em Imitação da Vida
Imitation of Life, 1959

Jane Darwell

7 Jane Darwell
com Ma Joad
em As Vinhas da Ira
The Grapes of Wrath, 1940

Cecilia Roth

6 Cecilia Roth
como Manuela
em Tudo Sobre Minha Mãe
Todo Sobe Mi Madre, 1999

Brenda Blethyn

5 Brenda Blethyn
como Cynthia Rose Purley
em Segredos e Mentiras
Secrets and Lies, 1996

Kim Hye Ja

4 Kim Hye-ja
como a mãe
em Mother
Madeo, 2009

Walt Disney

3 Paula Winslowe
como a mãe de Bambi
em Bambi
Bambi, 1942

Meryl Streep

2 Meryl Streep
como Sophie
em A Escolha de Sofia
Sophie’s Choice, 1982

Anthony Perkins

1 Anthony Perkins
como Norma Bates
em Psicose
Psycho, 1960

P.S.: quem faltou? Gostaria muito de saber as opiniões de vocês.

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